terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


EXPOSIÇÃO EM LISBOA - MAR/ABR 2012:

"ENCONTRO MUSICAIS”, Pintura de António do Carmo
Inauguração dia 8 de Março em Lisboano Museu da Água – Mãe d’Água das Amoreiras pelas 19h00

Patente até dia 7 de Abril de 2012

Telefone para contacto: 218 100 215
Morada: Praça das Amoreiras, 10
1250-020 Lisboa

Mais exposições e eventos em http://www.bestartis.com/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012



L.A. – LOST ANGEL’S PROJECT TO KILL MANKIND - TEATRO DA GARAGEMCCB 7 A 12 FEV PEQUENO AUDITÓRIO
7 e 8 FEV > 11H 10 e 11 FEV > 21H 9 e 12 FEV > 16H
Maiores de 12 anos

Uma peça de teatro a partir da Ilíada de Homero e dos diários dos responsáveis pelo massacre de Columbine.

Encenação e Conceção plástica Ana Palma e Carlos J. Pessoa
Dramaturgia Maria João Vicente
Interpretação Carolina Sales, Fernando Nobre, Maria João Rêgo, Maria João Vicente, Miguel Mendes, Nuno Nolasco, Nuno Pinheiro, Teresa Machado e adolescentes do Clube de Teatro Jovem do Teatro da Garagem

L.A. – Lost Angel’s Project to Kill Mankind é Anjos perdidos encontram-se em toda a parte e se essa frágil condição desperta instintos piedosos do que se trata - no ver do Teatro da Garagem - é de encontrá-los, de passar das boas intenções à prática, ao compromisso. Encontrar anjos perdidos será uma forma de nos encontrarmos enquanto pais, filhos, cidadãos? Mas afinal quem são os anjos perdidos?
É na adolescência, na idade de todas as primaveras, físicas e intelectuais, que o conceito de anjos perdidos, talvez, melhor se configure. Perdidos num corpo que cresce e numa alma caleidoscópica que, simultaneamente, desoculta e mistifica o mundo, o adolescente parece fazer convergir em si todas as particularidades do humano numa pulsação acelerada.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fados na Cinemateca


AMÁLIA CANTA “OIÇA LÁ Ó SENHOR VINHO”
de Augusto Cabrita
com Amália Rodrigues
Portugal, 1971 – 3 min
CAPAS NEGRAS
de Armando de Miranda
com Amália Rodrigues, Alberto Ribeiro, Artur Agostinho, Vasco Morgado
Portugal, 1947 – 99 min
CAPAS NEGRAS tem direcção musical de Jaime Mendes, canções de Frederico Valério, Raúl Ferrão, Jaime Mendes, Ângelo Araújo, Santos Moreira, Alberto Ribeiro, interpretadas por Amália Rodrigues, Alberto Ribeiro e Domingos Marques. A história, melodramática, segue o romance de um estudante de direito em Coimbra, José Duarte, com uma rapariga, Maria Lisboa, cujo idílio termina quando ele conclui o curso e parte para o Porto por se julgar traído. Mais tarde, a rapariga é acusada de abandonar um filho e levada a tribunal onde José Duarte a defenderá. A abrir a sessão, AMÁLIA CANTA OIÇA LÁ Ó SENHOR VINHO. Os dois filmes são apresentados em cópias novas 35mm resultantes de um trabalho de restauro (CAPAS NEGRAS) e preservação (a curta-metragem) efectuados no laboratório da Cinemateca, no caso desta última um trabalho que contou com o apoio do Instituto da Vinha e do Vinho.
Qui. [12 Janeiro] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro
ALDINA DUARTE – PRINCESA PROMETIDA
de Manuel Mozos
Portugal, 2009 – 60 min
com a presença de Manuel Mozos e Aldina Duarte
Manuel Mozos tinha filmado Aldina Duarte a cantar o fado A Rua do Capelão nas ruas da Mouraria em XAVIER, rodado em 1991. Em 2009, a partir de uma ideia de Maria João Seixas, compôs-lhe um retrato de fadista, “uma das mais importantes vozes femininas do facto actual”, filmando-a numa actuação ao vivo no Palácio Fronteira, e ao longo de testemunhos dela própria a solo e em conversas com colaboradores, amigos e familiares, entre os quais a sua mãe e Jorge Silva Melo.
Sex. [13 Janeiro] 22:00 | Sala Luís de Pina
A SEVERA
de Leitão de Barros
com Dina Teresa, António Luís Lopes, António Lavradio, Ribeiro Lopes
Portugal, 1931 ¬– 105 min
A SEVERA foi a primeira longa¬metragem sonora portuguesa, embora não a primeira em língua portuguesa, título que cabe ao hoje desaparecido A CANÇÃO DO BERÇO, versão lusófona de DOROTHY AND SON, de Dorothy Arzner, realizada em Paris por Alberto Cavalcanti. O filme de Leitão de Barros inspira¬ se na vida da famosa cigana e fadista do século XIX, paixão do conde de Marialva, segundo a peça escrita por Júlio Dantas. Notável interpretação de Dina Teresa. O desenlace, com a agonia da mulher que reencontra o amante, enquanto as ruas estão em festa, parece transpor o da Traviata. O filme é apresentado em cópia nova e integral, resultado do processo de restauro efectuado pelo laboratório da Cinemateca.
Seg. [23 Janeiro] 19:30 | Sala Luís de Pina
FADOS POR AMÁLIA RODRIGUES
Portugal, 1970 – 10 min
FADO – HISTÓRIA D’UMA CANTADEIRA
de Perdigão Queiroga
com Amália Rodrigues, Virgílio Teixeira, António Silva, Vasco Santana, Eugénio Salvador
Portugal, 1947 – 108 min
Foi pela via do melodrama que Perdigão Queiroga se estreou na longa-metragem em FADO – HISTÓRIA D’UMA CANTADEIRA, um dos maiores sucessos de bilheteira do cinema português dos anos 1940, com mais de vinte semanas de exibição nos cinemas Trindade e Condes. O argumento, de que se dizia ter algumas características biográficas de Amália, reuniu a genial fadista ao mais popular galã de então, Virgílio Teixeira. Para muitos, trata-se do melhor momento cinematográfico da carreira de Amália Rodrigues. A abrir a sessão, um alinhamento de três fados, Fado Gaivota, Mouraria e Verde cantados por Amália Rodrigues, numa produção de 1970 de António da Cunha Telles, a apresentar em cópia nova.
Sex. [27 Janeiro] 19:30 | Sala Luís de Pina
COM QUE VOZ
de Nicholas Oulman
Portugal, 2009 – 108 min
com a presença de Nicholas Oulman
O documentário de Nicholas Oulman sobre Alain Oulman (prémio de melhor primeira obra no DocLisboa 2009) é um retrato centrado no percurso de um homem que “parece ter vivido várias existências”, como a sinopse refere. Uma delas foi literária (enquanto leitor e editor), outra foi musical e é indissociável da colaboração de Alain Oulman com Amália Rodrigues, uma colaboração próxima e duradoura, sendo ele o responsável por trazer para a música de Amália nomes grandes da literatura portuguesa como Luís de Camões, Alexandre O’Neill, Pedro Homem de Melo ou David Mourão Ferreira. COM QUE VOZ dá ainda a conhecer o modo como Alain Oulman foi perseguido pelo regime salazarista e o seu exílio em França. Inclui imagens raras suas com Amália.
Ter. [31 Janeiro] 19:30 | Sala Luís de Pina

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Janeiro de 2012 é um mês de continuidade da programação, com a conclusão da integral Nicholas Ray e do Ciclo "Nick Ray: Ecos Descendências e Prolongamentos", a que se acrescenta a proposta de uma outra rima, "Samuel Fuller, O Outro Maverick", e das novidades do começo do grande acontecimento do início do ano na Cinemateca, a íntegra da cinéfila série "Cinéastes / Cinéma, de Notre Temps", bem como da proposta de sessões-conferência dedicadas ao cinema de Jean-Luc Godard por André S. Labarthe nas "Histórias do Cinema".

Informação completa / Ligação:
www.cinemateca.pt/Cinemateca/Noticias/O-primeiro-mes-de-programacao-de-2012.aspx

sexta-feira, 8 de julho de 2011

EXPOSIÇÃO - “Ecos do Fado na Arte Portuguesa Séculos XIX-XX”


Em exibição na Sala do Risco, todos os dias entre as 10h00 e as 19h00,até dia 17 de setembro, “Ecos do Fado na Arte Portuguesa Séculos XIX-XX” apresenta obras de Roque Gameiro, Columbano, Malhoa, Constantino Fernandes, Almada Negreiros, Amadeo Souza Cardoso, Eduardo Viana, Domingos Alvarez, Bernardo Marques, Stuart Carvalhais, João Abel Manta, Carlos Botelho, Cândido da Costa Pinto, Júlio Pomar, Leonel Moura, Graça Morais, Paula Rego, João Vieira, Arman, Adriana Molder, Bela Silva, João Pedro Vale, Miguel Palma e Joana Vasconcelos, entre outros.

Comissariada por Sara Pereira, a exposição, que reúne 128 obras de artistas portugueses, proporciona uma leitura integrada e multidisciplinar das representações do Fado na Arte Portuguesa dos séculos XIX-XX.
A exposição evidencia ainda o profundo enraizamento do Fado à escala nacional, assim como a transversalidade da sua representação como objecto de fascínio, citação e recriação plástica por sucessivas gerações de artistas das mais diversas áreas.

Com entrada livre, a mostra, consagrada à presença do Fado nas Artes Plásticas, é promovida pela Câmara Municipal de Lisboa através da EGEAC/Museu do Fado.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FADOS DIA 1 OUT 2010, DIA MUNDIAL DA MÚSICA


"Horizontes perdidos" - Pintura de Eduarda Costa Ferraz
Inauguração dia 1 de Outubro pelas 19h no Hotel Inglaterra no Estoril com cocktail e Fados na voz de António Pinto Coelho.. Saiba mais em www.bestartis.com - O portal da artes. Até dia 31.
Paisagens, pessoas e animais,
Amores, amizades e afectos,
Cores, ideias e ideais,
Ganham forma, surgem projectos.
Nos horizontes da imaginação...
Em que nada se perdia...
Cada um com a sua missão...
Levava uma carta a Garcia...